Participe dos Grupos de Trabalho do Festival. Conheça cada um deles!

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Por Sara Meynard;
Arte: Ricardo Portilho.

Ao longo dos nove dias do Festival de Inverno da UFMG, serão oferecidas diversas atividades gratuitas, organizadas em cinco grandes núcleos que levam o evento para além da ideia de encontro de artes que o consagrou. Nesta edição, o Festival torna-se um território experimental que levanta questões que impactam a vida da sociedade dentro e fora da universidade.

O primeiro núcleo é o “Campus, território do Bem Comum” que propõe formas alternativas de convivência entre os participantes do Festival e de ocupação do Campus Pampulha. O GT “Ônibus Grátis” viabilizará um sistema de transporte que integre o Campus às ocupações urbanas, região central e Savassi. Todo o trabalho será acompanhado por debates sobre mobilidade urbana. A atividade, que oferece 30 vagas, acontece de 21 a 25 de julho.

No mesmo período, inicia-se o GT “O lixo não existe”, criando alternativas de destinação dos resíduos produzidos no Campus e também o GT “Reciclagem e Compostagem”, que pretende investigar a forma como o descarte de lixo é feito na UFMG, construindo alternativas como coleta seletiva e compostagem para matéria orgânica.

Articulando a questão da culinária ao cultivo de alimentos, “Plantar, Cozinhar e Comer” agrega dois GTs, Comidarias em Comum e Horta Comunitária. A primeira atividade, que acontece de 16 a 26 de julho, propõe compartilhar receitas, ingredientes, sabores e saberes, com o objetivo de produzir alimentos durante o Festival.

Já os participantes de Horta Comunitária, irão propor o plantio de uma horta no Campus, provendo ainda a troca de espécies vegetais entre os participantes, que aprenderão técnicas de cultivo. São 25 vagas.

O segundo núcleo é “Casa do Canto”, que retoma as matrizes africanas, reunindo manifestações vinculadas aos saberes e às práticas das culturas afrodescendentes. De 18 a 26 de julho, Reinados, Terreiros e Quilombos se reúnem em encontros temáticos e apresentações.

Nos dias 21, 22 e 23 de julho o terceiro núcleo, o Aty Guasu, ocupa o Campus com a Grande Assembleia dos Povos Indígenas no Brasil, que, inspirada no modo de organização dos Guarani e Kaiowa na luta pela retomada de suas terras, reunirá várias lideranças indígenas para discutir questões relacionadas a direitos dos índios.

Já “Parque das Imagens”, quarto núcleo, envolve atividades relacionadas à fotografia, vídeo e cinema. Entre os dias 21 e 25 de julho, filmes em sintonia com as ocupações dos espaços urbanos e a retomada das terras indígenas, serão exibidos em cinco espaços abertos da UFMG.

O GT “Margens e fronteiras do Campus” acontece no mesmo período, de 21 a 25 de julho, e desenvolverá um projeto fotográfico que explore o território do Campus. São 20 vagas, sendo 10 reservadas para funcionários da UFMG.
Simultaneamente, a atividade “Retratos das Ocupações” pretende explorar o lugar onde cada participante vive. São 20 vagas voltadas para jovens moradores de ocupações urbanas de BH e interessados em fotografia.

Outra atividade relacionada ao cotidiano das ocupações é o “Cine-Ocupação”, que pretende oferecer aos participantes uma formação inicial no manuseio de câmera de vídeo. A atividade acontece de 18 a 26 de julho e oferece 20 vagas voltadas para jovens residentes das ocupações urbanas de BH.

No mesmo período acontece o GT “Direto no Festival”, que oferece 10 vagas. Dessa vez os participantes se reunirão com o objetivo de produzir registros relacionados ao Festival, inspirados na prática do cinema direto.

Já o quinto e último núcleo, “Ocupa Mídias”, desenvolverá processos de criação colaborativos e produtos experimentais. Os GTs “Ocupa Boletim”, “Ocupa Rádio UFMG Educativa”, “Ocupa TV UFMG” e “Ocupa Imprensa Universitária” acontecem de 18 a 26 de julho e propõem a intervenção em diferentes mídias da universidade. Cada GT disponibiliza 20 vagas.

De 19 a 26 de julho, acontece o GT “Web ativismo: os brutos”, que pretende criar um sistema de compartilhamento de vídeos sem edição, voltados para experiências que as pessoas partilham nas redes sociais.

Durante os mesmos dias, o GT “Transmidiativismo: web território livre” desenvolverá narrativas visuais experimentais, inspirados em táticas midiáticas independentes que atuam na web. Para cada um dos dois últimos GTs, são disponibilizadas 20 vagas.

Para participar, você deve, primeiro, se cadastrar e, em seguida, fazer sua inscrição, podendo indicar até dois GT’s dos quais gostaria de participar.

Conheça todos os Grupos de Trabalho aqui: https://46festivalufmg.wordpress.com/grupos-de-trabalho/

Clique aqui para fazer seu cadastro e sua inscrição: https://sistemas.ufmg.br/eventos/home.seam.

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