Novas rotas para uma [re]visão de mundo

10574162_717661374953729_8372253539139111558_n

Por Israel do Vale;
Foto: Bruna Brandão.

Outros fluxos de circulação —de pessoas e ideias. Outras prioridades para as políticas públicas, com foco na vida coletiva. A mesa desta manhã no 46º Festival de Inverno da UFMG resume em boa medida alguns dos temas mais caros a esta edição 2014.

Ativistas e pesquisadores brasileiros e espanhóis relatam experiências bem-sucedidas pelo mundo. Previsto originalmente para a Geodésica montada no Bosque da Música (a 100m da Reitoria), o encontro foi transferido para o Auditório da Reitoria, para permitir o apoio de projeções. O horário é o mesmo: 10h.

A mesa reúne representantes dos coletivos Basurama (com atuação em Madri e São Paulo), BH em Ciclo e Tarifa Zero BH, além da jornalista paulista Natalia Garcia, do site Cidades Para Pessoas. A mediação é da professora Rita Velloso (UFMG e PUC-MG), coordenadora do Observatório das Metrópoles e pesquisadora de questões relacionadas à política e ocupação do território.

Até o período da noite, a programação se alterna entre oficinas, mostra de filmes, rodas de conversa e shows. As oficinas recebem hoje um grupo adicional de participantes. Os novos selecionados para os grupos de trabalho foram anunciados ontem pela nossa fanpage no Facebook. As atividades começam às 14h.

Como de hábito, a programação artística se concentra no período da noite —hoje, no Bosque da Música. Às 18h, o Cine Maloca exibe o clássico “Cabra Marcado para Morrer” (120 min), uma homenagem a Eduardo Coutinho (um dos maiores documentaristas brasileiros de todos os tempos) e à luta pela terra no Brasil.

Dois shows fecham as atividades de terça. Às 20h, o trio Batucanto embala a noite em música popular, com forte acento regional. Formado por Chicó do Céu (voz e violão), Téo Nicácio (violão) e Raphael Sales (baixo), o grupo se reveza entre músicas de autoria própria e, não-raro, releituras de temas de artistas como Caetano Veloso, João Bosco, Los Hermanos, Chico Science, Nação Zumbi.

Em seguida, o músico e escritor paulista Paulo Freire maneja o aprendizado recolhido em seu batismo mineiro, no Urucuia roseano, onde aprendeu a dedilhar a viola —“um instrumento que convive com diferentes profundidades”, como gosta de dizer. Considerado um dos grandes violeiros em atividade, Freire soma 12 discos e assina a realização de trilhas para TV, cinema e dança. É dele a viola, por exemplo, na montagem de “Sem Mim”, do Grupo Corpo, e em “Melodia Sentimental”, que gravou com Siba para o filme “Deus é Brasileiro”, de Cacá Diegues.

Ah! Não esquece o casaco, aquela garrafa de vinho (ó o abridor, hein!) e não deixa de dar uma esticada até a Feira de Tudo (em frente à Reitoria) vez em quando também!

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s