O ato, o boato, o relato e o fato: a guerra de memes

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Por Israel do Vale;
Foto: Leandro Lopes.

A Geodésica do 46º Festival de Inverno se torna hoje um pára-raios da disputa de narrativas que tomou a sociedade na nova ordem digital, com a realização do debate Mídias Públicas e Livres no Bosque da Música —a 100 metros da Reitoria.

O encontro congrega diferentes experiências de midiativismo e uso das redes pelos movimentos sociais na defesa de outros olhares, em contraponto ao discurso hegemônico das grandes corporações da mídia.

Maria Rita Casagrande é analista de sistemas, web designer e blogueira atuante, em torno de ações voltadas para os direitos humanos como o True Love (truelove.com.br/), blog sobre cultura lésbica e bissexual, e o Blogueiras Negras (blogueirasnegras.org/). Júlia Moyses é jornalista e gestora cultural, editora da Revista Marimbondo (www.revistamarimbondo.com.br), de arte e cultura.

Michel Brasil é membro da Associação Imagem Comunitária (www.aic.org.br), ONG dedicada à promoção da cidadania por meio da criação de canais de acesso público à mídia. Tonico Benites é doutor em Antropologia pela UFRJ, liderança Guarani Kaiowá e membro do Conselho Aty Guasu, a Grande Assembleia dos Povos Indígenas no Brasil. Já Glauberth Reis é militante no movimento estudantil, membro da Associação dos Estudantes Secundaristas de Belo Horizonte, a AMES/BH.

A mediação é deste escriba, ativista da democratização das comunicações, ex-diretor de programação e produção da Rede Minas e ex-gerente-executivo de conteúdo da TV Brasil, as redes públicas de televisão do estado de Minas Gerais e do Governo Federal.

A programação do dia se completa com a estreia mineira do filme “Branco Sai, Preto Fica” (95 min), do realizador brasiliense Adirley Queiróz, às 18h em frente ao prédio da Fafich. O filme recupera a história real do baile black Quarentão, na Ceilândia, uma das cidades-satélite de Brasília, violentamente fechado pela polícia em 1986, com uma leitura livre que dialoga com a ficção científica. A sessão será seguida dos comentários da antropóloga Junia Torres, do dançarino Luis Carlos Candido de Oliveira (Baile Black) e de Misael Avelino, da Rádio Favela.

E pra fechar a noite, a partir das 20h, a guitarrada libidinosa do paraense Felipe Cordeiro inunda o palco do Gramado da Reitoria com o show “Se Apaixone Pela Loucura do Seu Amor” —antecedido de discotecagem do DJ Luiz Valente.

Quem vamos?

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